Quarta-feira, Maio 26, 2010



Queria deixar aqui o meu olhar sobre um Até amanhã que continua a ser um bem vindo, um olá, um abraço, uma viagem por o alentejo que não acaba, que se torna feminino nas mãos de Antonio Murteira, 

"a natureza a agua a terra a luz a árvore as flores a mãe"

a ideia mítica de pureza que não poderia ter tudo em feminino na tradução castelhana. A história das cooperativas, essa sangue colectiva nas palavras da Violante. Os inventores de utopias e o seu definitivo canto três


"Tu destino es mi destino

esta sed por saciar 
las utopías que habremos de inventar 

el encanto sofocante de la árida aridez".

Até Amanhã
em Laetoli no Alentejo numa Lua
António Murteira
Edições Colibri
Ano: 2010
N. páginas: 162
Formato: 23x16,5
ISSN: 978-972-772-961-6




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